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Um incêndio de grandes proporções em uma fábrica de produtos químicos em Itaquaquecetuba chamou a atenção pela dimensão dos danos e também trouxe à tona uma questão importante para empresas de diferentes segmentos: a apólice de seguro está realmente preparada para os riscos do negócio?

Grandes sinistros costumam funcionar como um alerta. Afinal, situações como incêndios, explosões e outros acidentes podem provocar prejuízos que vão muito além dos danos físicos ao imóvel e aos equipamentos.

Por isso, após o episódio, empresários da região passaram a revisar suas apólices e a discutir pontos importantes, como valores segurados, cobertura para incêndio, lucros cessantes e responsabilidade civil.

Um grande sinistro pode revelar falhas na proteção

É comum que a contratação do seguro aconteça quando uma empresa começa suas atividades ou durante uma renovação anual. No entanto, o negócio muda com o tempo.

Novos equipamentos são adquiridos, o estoque aumenta, a estrutura física é modificada, novos funcionários são contratados e até mesmo os processos produtivos podem ser alterados.

Quando a apólice permanece igual enquanto a empresa evolui, existe o risco de a proteção deixar de acompanhar a realidade do negócio.

É justamente por isso que revisar o seguro periodicamente é tão importante quanto contratá-lo.

O seguro contra incêndio vai muito além do imóvel

Quando se fala em seguro empresarial, muitas pessoas pensam inicialmente na proteção do prédio. Porém, dependendo das características da empresa e das coberturas contratadas, a proteção pode envolver diferentes aspectos do negócio.

Entre os pontos que merecem atenção estão:

A necessidade de cada empresa, entretanto, é diferente. Uma indústria química, por exemplo, está sujeita a riscos distintos daqueles enfrentados por um escritório, uma loja ou um centro de distribuição.

Por isso, simplesmente escolher uma apólice pelo preço não é suficiente.

E se a empresa precisar parar de funcionar?

Um dos pontos que ganhou destaque após o incêndio foi a importância da cobertura para lucros cessantes.

Imagine que um incêndio provoque danos à estrutura de uma empresa e impeça suas atividades por semanas ou meses. Mesmo que os prejuízos materiais sejam posteriormente indenizados, a empresa ainda poderá enfrentar uma redução ou interrupção de receita durante o período em que estiver parada.

É nesse tipo de situação que a cobertura de lucros cessantes pode ter um papel importante, conforme as condições previstas na apólice.

Afinal, proteger uma empresa não significa apenas proteger aquilo que ela possui, mas também considerar o impacto financeiro que um grande sinistro pode causar na continuidade das operações.

Responsabilidade civil também merece atenção

Outro ponto que não deve ser deixado de lado é a responsabilidade civil.

Dependendo do ocorrido, um acidente pode causar danos não apenas à própria empresa, mas também a terceiros, como clientes, fornecedores, funcionários ou empresas vizinhas.

Por isso, avaliar a necessidade de uma cobertura de responsabilidade civil pode ser fundamental para determinados negócios.

Mais uma vez, a escolha depende da atividade exercida, da estrutura da empresa e dos riscos aos quais ela está exposta.

Quando foi a última vez que você revisou seu seguro?

Essa é uma pergunta que muitos empresários só fazem depois que um problema acontece.

Entretanto, a revisão da apólice não deveria depender de um grande sinistro para acontecer.

Mudanças na operação, aumento do estoque, aquisição de máquinas, expansão da estrutura, mudança de endereço ou alteração nos processos da empresa são alguns exemplos de situações que podem justificar uma nova análise das coberturas.

Além disso, mesmo quando não houve nenhuma mudança significativa, uma revisão periódica pode ajudar a identificar se os valores segurados continuam compatíveis com a realidade atual do negócio.

O papel da corretora na escolha do seguro empresarial

Com tantas opções disponíveis entre as seguradoras no Brasil, escolher uma proteção adequada pode ser uma tarefa complexa para o empresário.

É nesse momento que o trabalho de uma corretora de seguros pode fazer a diferença.

Mais do que apresentar preços, o corretor pode ajudar a identificar os principais riscos da atividade, avaliar as coberturas necessárias e comparar alternativas oferecidas pelas seguradoras.

As principais seguradoras do Brasil possuem diferentes produtos e condições para empresas, mas a melhor escolha não é necessariamente aquela com o menor preço.

O mais importante é encontrar uma proteção que faça sentido para o tamanho, a atividade e os riscos específicos de cada negócio.

Prevenção e seguro devem caminhar juntos

Um seguro adequado não substitui medidas de prevenção e gerenciamento de riscos. Pelo contrário: prevenção e transferência de riscos devem fazer parte de uma estratégia conjunta.

Manutenção de equipamentos, treinamento de funcionários, sistemas de combate a incêndio, armazenamento adequado de materiais e procedimentos de segurança são exemplos de medidas que podem contribuir para reduzir a possibilidade e a gravidade de um sinistro.

Ao mesmo tempo, uma apólice adequada oferece uma camada adicional de proteção financeira caso um evento inesperado aconteça.

O incêndio em Itaquaquecetuba serve, portanto, como um lembrete importante para empresas de todos os portes: não espere um sinistro acontecer para descobrir que sua cobertura não acompanhou o crescimento do seu negócio.

Na PotSeg, ajudamos empresas a avaliar suas necessidades e encontrar alternativas de proteção entre diferentes seguradoras, buscando uma cobertura adequada aos riscos de cada atividade.

Porque proteger uma empresa também é proteger tudo o que foi construído para fazê-la crescer.