
Saber quais são os carros mais roubados em São Paulo ajuda os motoristas a compreender melhor o cenário de segurança veicular e a avaliar formas de proteger seu patrimônio. Afinal, o roubo ou o furto de um automóvel pode provocar prejuízos financeiros, dificuldades de locomoção e diversos transtornos para o proprietário.
Por esse motivo, acompanhar as estatísticas de segurança pública é uma maneira de conhecer melhor esse cenário. Além disso, consultar informações atualizadas permite identificar quais modelos aparecem com maior frequência nos registros policiais.
De acordo com um levantamento divulgado em outubro de 2026, com base em registros da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), alguns modelos populares continuam aparecendo com frequência nas estatísticas de roubo e furto de veículos na Região Metropolitana de São Paulo.
Entre janeiro e julho de 2026, foram contabilizadas 25.065 ocorrências envolvendo automóveis nessa região. Apesar disso, o volume representou uma redução de 13,3% em relação ao mesmo período de 2025. Ainda assim, os números reforçam a importância de adotar medidas preventivas e avaliar alternativas para proteger o veículo.
É importante destacar, entretanto, que a quantidade de ocorrências não representa, isoladamente, a probabilidade individual de um automóvel ser roubado ou furtado. Afinal, fatores como o tamanho da frota, a região de circulação e as características de cada veículo também precisam ser considerados.
Lista dos 10 carros mais roubados e furtados em São Paulo
O levantamento referente aos sete primeiros meses de 2026 apresenta a seguinte classificação para a Região Metropolitana de São Paulo:
| Posição | Modelo | Ocorrências |
|---|---|---|
| 1º | Hyundai HB20 | 1.213 |
| 2º | Ford Ka | 1.087 |
| 3º | Chevrolet Onix | 916 |
| 4º | Volkswagen Gol | 885 |
| 5º | Fiat Uno | 819 |
| 6º | Chevrolet Corsa | 805 |
| 7º | Fiat Argo | 744 |
| 8º | Renault Kwid | 715 |
| 9º | Fiat Mobi | 669 |
| 10º | Jeep Renegade | 631 |
Fonte: levantamento divulgado em outubro de 2026, elaborado a partir de registros da SSP-SP. Período analisado: janeiro a julho de 2026. Os dados se referem à Região Metropolitana de São Paulo, e não exclusivamente à capital.
Como podemos observar, o Hyundai HB20 ocupa a primeira posição, seguido pelo Ford Ka e pelo Chevrolet Onix. Além disso, modelos que já saíram de produção, como o Ford Ka, o Volkswagen Gol e o Chevrolet Corsa, continuam presentes entre os veículos com mais ocorrências registradas.
Isso pode estar relacionado, entre outros fatores, à quantidade de unidades em circulação. Portanto, embora o ranking ajude a identificar os modelos com maior número absoluto de registros, ele não deve ser interpretado como uma classificação definitiva do risco individual de cada veículo.
Por que esses carros aparecem entre os mais roubados?
A presença de determinados modelos nas estatísticas pode estar relacionada a diferentes fatores. Entre eles, estão a quantidade de veículos em circulação, a procura por peças de reposição e as características do mercado de automóveis usados.
Além disso, as condições de circulação e estacionamento também podem influenciar a exposição de um veículo a situações de risco. Entretanto, não é possível afirmar que todos os automóveis de uma mesma marca ou modelo estejam igualmente expostos.
Por isso, vale conhecer alguns dos destaques do levantamento e entender o que considerar na hora de proteger seu patrimônio.
1. Hyundai HB20
O Hyundai HB20 ocupa a primeira posição, com 1.213 ocorrências registradas no período analisado.
Por ser um modelo bastante conhecido no mercado brasileiro, o HB20 está presente em diferentes regiões e faz parte da rotina de muitos motoristas. Contudo, sua posição no ranking não significa que todas as versões apresentem o mesmo nível de risco.
Nesse sentido, quem possui o modelo deve avaliar os cuidados de segurança adequados à sua rotina. Além disso, consultar as opções de seguro auto disponíveis pode ajudar a identificar alternativas de proteção compatíveis com o veículo e o perfil do condutor.
2. Ford Ka
Na segunda posição aparece o Ford Ka, com 1.087 ocorrências.
Mesmo após o encerramento da produção nacional, o modelo continua circulando em grande quantidade no mercado de usados. Consequentemente, permanece relevante nas estatísticas de segurança veicular.
Diante desse cenário, proprietários do Ford Ka podem combinar medidas preventivas com a avaliação de uma apólice de seguro auto. Entretanto, como as condições de contratação variam conforme o ano, a versão e os critérios de cada seguradora, é importante consultar as opções disponíveis antes de tomar uma decisão.
3. Chevrolet Onix
O Chevrolet Onix ocupa o terceiro lugar, com 916 ocorrências.
Assim como outros modelos populares, o Onix possui presença expressiva nas ruas brasileiras. Ainda assim, sua posição no ranking não significa, por si só, que todas as versões tenham um risco elevado.
Por esse motivo, vale considerar a rotina de utilização do veículo, os locais frequentados e as condições de estacionamento. Ao mesmo tempo, comparar propostas de seguro pode ajudar o proprietário a compreender as coberturas disponíveis e escolher uma alternativa adequada às suas necessidades.
4. Volkswagen Gol
Com 885 ocorrências, o Volkswagen Gol aparece na quarta posição.
Embora tenha saído de produção, o modelo continua presente em muitas cidades brasileiras. Além disso, sua participação no mercado de veículos usados mantém sua relevância nas estatísticas.
Dessa forma, quem utiliza um Gol diariamente pode reforçar os cuidados preventivos e avaliar opções de proteção contra roubo e furto. Naturalmente, a disponibilidade e as condições do seguro dependerão do perfil do veículo e da análise da seguradora.
5. Fiat Uno
O Fiat Uno registra 819 ocorrências e ocupa a quinta posição.
O modelo continua sendo utilizado por motoristas que procuram um carro compacto para deslocamentos cotidianos. Entretanto, como acontece com outros veículos mais antigos, as condições de contratação do seguro podem variar de acordo com o ano, a versão e a aceitação de cada seguradora.
Por isso, antes de contratar, vale consultar diferentes propostas e verificar quais coberturas estão disponíveis. Assim, o proprietário consegue avaliar as alternativas com mais clareza.
6. Chevrolet Corsa
Na sexta posição está o Chevrolet Corsa, com 805 ocorrências.
Mesmo fora de linha, o modelo continua circulando e faz parte do mercado de veículos usados. Por esse motivo, aparece entre os automóveis que merecem atenção ao analisar os registros de roubo e furto.
Além de manter os cuidados preventivos, o proprietário pode verificar a disponibilidade de coberturas adequadas para seu veículo. Dessa maneira, será possível entender quais alternativas fazem sentido para sua rotina e seu orçamento.
7. Fiat Argo
O Fiat Argo aparece em sétimo lugar, com 744 ocorrências.
Diferentemente de alguns modelos mais antigos da lista, o Argo também representa a presença de veículos compactos mais recentes no ranking. Ainda assim, é importante interpretar os números com cautela.
Afinal, a quantidade de registros não revela, isoladamente, a probabilidade de cada unidade ser alvo de um crime. Portanto, considerar o perfil de utilização do automóvel e comparar as opções de seguro continua sendo uma medida importante.
8. Renault Kwid
Com 715 ocorrências, o Renault Kwid ocupa a oitava posição.
O modelo integra o grupo dos dez automóveis com mais registros no levantamento de 2026. Por isso, sua presença na lista demonstra a importância de acompanhar os dados mais recentes, em vez de considerar apenas rankings de anos anteriores.
Além dos cuidados de segurança, proprietários do Kwid podem consultar as condições de seguro disponíveis para seu perfil. Dessa forma, conseguem avaliar quais coberturas oferecem uma proteção adequada às suas necessidades.
9. Fiat Mobi
O Fiat Mobi aparece na nona posição, com 669 ocorrências.
Por ser um carro compacto, o modelo é utilizado em diferentes contextos, desde deslocamentos pessoais até atividades profissionais. Entretanto, a exposição ao risco varia conforme a rotina do motorista e a região em que o veículo circula.
Nesse cenário, manter hábitos preventivos é importante. Ao mesmo tempo, comparar alternativas de seguro auto pode ajudar a reduzir o impacto financeiro de determinados imprevistos cobertos pela apólice.
10. Jeep Renegade
Fechando a lista, o Jeep Renegade registra 631 ocorrências.
O modelo é o único SUV entre os dez primeiros colocados desse ranking específico. No entanto, isso não significa que todos os SUVs apresentem o mesmo comportamento nas estatísticas.
Além disso, levantamentos que consideram apenas SUVs, outras regiões ou períodos diferentes podem apresentar classificações distintas. Portanto, antes de comparar resultados, é fundamental verificar o período analisado e a metodologia utilizada.
Qual é a diferença entre roubo e furto de veículos?
Embora as expressões apareçam juntas em muitos rankings, roubo e furto são crimes diferentes. Entender essa distinção é importante tanto para interpretar as estatísticas quanto para avaliar as coberturas de um seguro auto.
O furto ocorre quando há subtração de um bem sem violência ou grave ameaça contra a vítima.
O roubo, por sua vez, envolve violência ou grave ameaça, conforme a definição legal.
Por exemplo, se um motorista estaciona o carro e, ao retornar, percebe que o veículo desapareceu, a situação pode caracterizar furto. Já quando alguém utiliza uma ameaça para obrigar o proprietário a entregar o automóvel, a ocorrência pode caracterizar roubo.
Essa diferença também merece atenção na contratação do seguro. Embora existam apólices que contemplem os dois eventos, é necessário confirmar expressamente quais coberturas estão previstas no contrato.
Assim, antes de escolher uma proposta, leia as condições da apólice e esclareça eventuais dúvidas com a corretora ou a seguradora.
Como proteger seu carro contra roubo e furto?
Mesmo que determinados modelos apareçam com frequência nas estatísticas, existem cuidados que ajudam a reduzir a exposição a situações de risco. Embora nenhuma medida garanta proteção absoluta, adotar hábitos preventivos pode fazer diferença no dia a dia.
Confira algumas recomendações.
Estacione em locais seguros. Sempre que possível, prefira estacionamentos com controle de acesso e boa iluminação. Além disso, evite deixar o veículo por longos períodos em locais isolados.
Confira o travamento das portas. Antes de se afastar, verifique se o automóvel está devidamente trancado e se os vidros estão fechados. Dessa maneira, você reduz a possibilidade de deixar o veículo vulnerável por descuido.
Evite deixar objetos à vista. Bolsas, eletrônicos e outros pertences podem chamar a atenção. Por isso, guarde os objetos em local apropriado antes de estacionar.
Utilize dispositivos de segurança. Alarmes, travas e rastreadores podem complementar a proteção. Entretanto, esses equipamentos não garantem que o veículo não será levado e devem ser considerados parte de uma estratégia preventiva mais ampla.
Tenha atenção ao estacionar e sair com o carro. Observe o ambiente ao redor e evite permanecer desnecessariamente em situações de exposição. Caso perceba algo suspeito, priorize sua segurança pessoal.
Considere contratar um seguro auto. Além das medidas preventivas, uma apólice adequada pode ajudar a reduzir o impacto financeiro de determinados eventos cobertos. Dessa forma, você acrescenta uma camada de proteção ao patrimônio.
Portanto, combinar hábitos seguros com uma avaliação das opções de seguro é uma maneira mais abrangente de lidar com os riscos relacionados ao veículo.
Seguro auto cobre roubo e furto?
Sim, desde que a apólice contratada inclua essas coberturas e a ocorrência esteja de acordo com as condições do contrato.
Existem seguros que oferecem proteção contra roubo e furto. Além disso, algumas modalidades também podem contemplar colisão, incêndio, danos a terceiros e serviços de assistência. No entanto, as garantias variam conforme o produto e a seguradora.
Por esse motivo, antes de contratar, confira os seguintes pontos:
- Cobertura para roubo e furto: confirme se os dois eventos estão contemplados na proposta.
- Valor da indenização: verifique se o contrato utiliza valor de mercado referenciado ou valor determinado e quais critérios se aplicam.
- Franquia: entenda em quais situações existe participação financeira do segurado.
- Assistência: confira os serviços disponíveis, os limites e as condições de utilização.
- Exclusões contratuais: leia as situações que podem limitar ou excluir determinadas coberturas.
Além desses fatores, considere o uso que você faz do veículo e os riscos que deseja proteger. Afinal, uma cobertura adequada depende das suas necessidades e das condições efetivamente contratadas.
É importante lembrar, ainda, que a indenização depende da análise do sinistro e das condições da apólice. Portanto, não basta escolher um seguro pelo nome comercial: é necessário compreender exatamente o que está sendo contratado.
Carros mais roubados têm seguro mais caro?
Não necessariamente. O preço do seguro auto depende de diversos fatores e, por isso, a posição de um modelo em um ranking de ocorrências não determina sozinha o valor da cotação.
Entre os elementos considerados pelas seguradoras estão o modelo e o ano do veículo, o perfil do condutor, a região de circulação, a utilização do automóvel e as coberturas solicitadas.
Além disso, cada seguradora utiliza critérios próprios para avaliar os riscos. Consequentemente, duas propostas para o mesmo veículo podem apresentar preços e condições diferentes.
Por exemplo, um motorista que utiliza o carro diariamente para trabalhar pode receber uma cotação diferente daquela apresentada a alguém que usa o veículo apenas ocasionalmente. Da mesma forma, a região de circulação e as características do automóvel podem influenciar a análise.
Por isso, comparar propostas é uma maneira de conhecer as alternativas disponíveis para seu perfil. Durante essa avaliação, considere tanto o preço quanto as coberturas, as franquias e os serviços incluídos.
Como escolher um seguro auto para seu perfil?
A melhor escolha depende das suas necessidades e da maneira como você utiliza o veículo. Afinal, quem dirige diariamente em uma grande cidade pode ter prioridades diferentes de quem usa o carro apenas ocasionalmente.
Antes de contratar, considere três pontos principais.
1. Avalie os riscos da sua rotina. Pense nos locais onde costuma estacionar, na frequência de utilização do veículo e nos trajetos mais comuns. Assim, você terá uma ideia mais clara dos aspectos que merecem atenção.
2. Compare as coberturas disponíveis. Verifique se a proteção contra roubo e furto atende à sua necessidade ou se vale considerar outras garantias. Além disso, analise os limites de indenização e os serviços oferecidos.
3. Analise as condições do contrato. Confira as franquias, as exclusões e os procedimentos para acionar o seguro. Dessa maneira, você poderá tomar uma decisão com mais informação e evitar surpresas durante a vigência da apólice.
Em conjunto, essas etapas ajudam a identificar uma alternativa compatível com seu orçamento e suas expectativas. Portanto, não se limite a procurar o menor preço: avalie também o nível de proteção oferecido.
Conclusão: como proteger seu carro em São Paulo?
A lista dos carros mais roubados e furtados em São Paulo em 2026 destaca o Hyundai HB20, o Ford Ka e o Chevrolet Onix nas primeiras posições do levantamento referente à Região Metropolitana de São Paulo, entre janeiro e julho.
Entretanto, os números representam ocorrências registradas, e não uma previsão individual do risco de cada proprietário. Por esse motivo, acompanhar as estatísticas é importante, mas adotar medidas preventivas e avaliar alternativas de proteção também faz parte dos cuidados com o veículo.
Além de manter hábitos seguros, contratar um seguro auto com coberturas adequadas pode ajudar a reduzir os prejuízos financeiros decorrentes de um roubo ou furto coberto pela apólice.
Nesse sentido, comparar propostas permite conhecer diferentes opções e entender quais condições atendem melhor às suas necessidades.
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Na PotSeg, você pode comparar propostas e buscar orientação para escolher a proteção mais adequada às suas necessidades. Afinal, cuidar do seu veículo também significa se preparar para imprevistos.