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Se você está pensando em comprar uma moto ou já utiliza uma diariamente, provavelmente já pesquisou quais são as motos mais roubadas em 2026. Afinal, conhecer os modelos que aparecem com mais frequência nas estatísticas de roubo e furto ajuda o motociclista a entender melhor os riscos e pensar em formas de proteger seu patrimônio.

Em São Paulo, alguns modelos aparecem repetidamente nos levantamentos de segurança pública. Entre eles estão motos muito populares, como Honda CG 160, Honda CG 150, Honda XRE 300 e Honda CB 300, além de outros modelos bastante presentes nas ruas.

No entanto, existe um ponto importante: um ranking de roubos e furtos mostra a quantidade de ocorrências registradas, mas não significa que uma determinada moto tenha exatamente aquela probabilidade de ser roubada. A quantidade de unidades em circulação, a região, o período analisado e o perfil de utilização também influenciam os números.

Por isso, neste artigo, você vai conhecer 6 motos que aparecem entre as mais visadas em levantamentos recentes de 2026, entender por que esses modelos chamam atenção e conferir simulações hipotéticas de seguro para cada moto.

Quais são as 6 motos mais roubadas em 2026?

Os levantamentos mais recentes realizados em São Paulo mostram uma forte concentração de ocorrências entre modelos Honda, especialmente aqueles com grande frota circulante.

Em um levantamento referente ao primeiro trimestre de 2026, baseado em dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), os modelos que apareceram entre os mais registrados foram:

  1. Honda CG 160
  2. Honda CG 150
  3. Honda XRE 300
  4. Honda CB 300
  5. Honda PCX 150
  6. Yamaha Fazer 250

A ordem e a quantidade de ocorrências podem mudar conforme o período analisado. Além disso, rankings de roubo e furto podem considerar municípios, Região Metropolitana ou todo o Estado de São Paulo.

Ainda assim, os dados ajudam a identificar quais modelos merecem atenção especial quando o assunto é seguro de moto.

1. Honda CG 160

A Honda CG 160 continua aparecendo com frequência entre as motos mais roubadas e furtadas de São Paulo.

O motivo não está apenas no interesse dos criminosos. A CG 160 também é uma das motocicletas mais populares do Brasil e possui uma enorme quantidade de unidades circulando diariamente.

Essa popularidade cria um mercado amplo de peças e também faz com que a moto esteja presente em diferentes regiões e rotinas de uso.

As versões Start, Fan, Titan e Cargo atendem diferentes perfis de motociclistas, desde quem utiliza a moto para deslocamentos pessoais até profissionais que dependem dela para trabalhar.

Por isso, quem possui uma CG 160 precisa considerar não apenas o valor da motocicleta, mas também o impacto financeiro que teria caso sofresse um roubo ou furto.

Quanto custa o seguro da Honda CG 160?

Imagine um motociclista de 30 anos, morador de São Paulo, que utiliza uma CG 160 Fan diariamente para trabalhar e guarda a moto em garagem durante a noite.

Uma simulação hipotética poderia ficar entre R$ 1.400 e R$ 2.300 por ano.

Já um motociclista de 40 anos, com uso principalmente particular e garagem fechada, poderia encontrar uma faixa diferente.

Esses valores são apenas exemplos ilustrativos. A cotação real depende do perfil do condutor, versão da moto, endereço, utilização, coberturas e condições da seguradora.

2. Honda CG 150

Mesmo sendo uma geração anterior à CG 160, a Honda CG 150 continua bastante presente nas ruas brasileiras e aparece em estatísticas de roubo e furto.

Como o modelo foi comercializado durante muitos anos e vendeu bastante, existe uma grande quantidade de unidades circulando no mercado de usados.

Além disso, a ampla disponibilidade de peças e a popularidade do modelo ajudam a explicar por que ele continua aparecendo em levantamentos.

Quem compra uma CG 150 usada, portanto, não deve pensar que a idade da moto elimina o risco de roubo.

Quanto custa o seguro da Honda CG 150?

Considere uma pessoa de 35 anos, moradora da Grande São Paulo, que utiliza uma CG 150 para deslocamentos diários e deixa a moto em estacionamento fechado durante o trabalho.

Uma simulação ilustrativa poderia ficar entre R$ 1.200 e R$ 2.000 por ano.

Para uma moto mais antiga, entretanto, a disponibilidade de produtos e coberturas pode variar de uma seguradora para outra.

Por isso, fazer uma cotação individual é importante para descobrir quais opções estão disponíveis para o ano e a versão da motocicleta.

3. Honda XRE 300

A Honda XRE 300 também aparece entre os modelos com registros relevantes de roubo e furto em São Paulo.

Em um levantamento referente ao primeiro trimestre de 2026, a XRE 300 registrou 201 ocorrências de roubo ou furto na Região Metropolitana de São Paulo, ficando entre os modelos com maior número de registros no período.

A moto chama atenção por sua proposta trail e pela popularidade entre motociclistas que utilizam o veículo tanto na cidade quanto em viagens.

Além disso, a grande quantidade de XRE 300 em circulação aumenta a disponibilidade de peças e componentes no mercado.

É importante lembrar que a XRE 300 tradicional e a atual XRE 300 Sahara são gerações diferentes. Por isso, quem procura seguro precisa informar corretamente o modelo e o ano da moto.

Quanto custa o seguro da Honda XRE 300?

Imagine um motociclista de 32 anos, morador de São Paulo, que utiliza uma XRE 300 diariamente e possui garagem em casa.

Uma simulação hipotética poderia ficar entre R$ 1.800 e R$ 2.800 por ano.

O valor pode aumentar ou diminuir conforme o perfil do condutor, região, uso da motocicleta, ano, versão e coberturas contratadas.

Para uma XRE 300 Sahara mais nova, por exemplo, a cotação pode apresentar valores diferentes devido ao valor da motocicleta e às características específicas do modelo.

4. Honda CB 300

A Honda CB 300 também aparece entre as motos que despertam atenção nos levantamentos de roubos e furtos.

O modelo conquistou espaço no mercado brasileiro ao oferecer uma cilindrada superior à das motocicletas de entrada e uma proposta voltada principalmente para uso urbano.

Assim como acontece com outros modelos populares, a quantidade de unidades em circulação contribui para a presença da CB 300 nas estatísticas.

Além disso, o motociclista precisa considerar que o risco não desaparece simplesmente porque a moto possui maior cilindrada.

Quanto custa o seguro da Honda CB 300?

Considere um motociclista de 38 anos, residente em São Paulo, que utiliza uma CB 300 para trabalho e lazer e possui garagem fechada.

Uma simulação meramente ilustrativa poderia ficar entre R$ 1.700 e R$ 2.700 por ano.

Novamente, esse valor não representa uma cotação oficial. A seguradora pode chegar a um preço completamente diferente depois de analisar os dados do condutor e da motocicleta.

5. Honda PCX 150

A Honda PCX 150 também aparece em levantamentos de motocicletas com registros de roubo e furto.

O modelo se tornou bastante popular entre motociclistas que procuram praticidade para o uso urbano. Por ser uma scooter, a PCX atende principalmente quem enfrenta o trânsito das cidades e busca facilidade de condução no dia a dia.

Sua presença nas ruas, especialmente em grandes centros urbanos, também ajuda a explicar a quantidade de ocorrências.

Para quem utiliza a PCX diariamente, o seguro pode representar uma forma de reduzir o impacto financeiro de um eventual roubo ou furto.

Quanto custa o seguro da Honda PCX 150?

Imagine uma motociclista de 29 anos, moradora de São Paulo, que utiliza a PCX para ir ao trabalho e possui estacionamento fechado em casa.

Uma simulação hipotética poderia ficar entre R$ 1.300 e R$ 2.200 por ano.

Entretanto, idade, região de circulação, local de estacionamento e uso da moto podem alterar significativamente o preço.

6. Yamaha Fazer 250

A Yamaha Fazer 250 completa a lista de modelos que aparecem entre as motocicletas com registros de roubo e furto.

A Fazer conquistou espaço no mercado brasileiro principalmente entre motociclistas que procuram uma moto de média cilindrada para uso urbano.

Como acontece com os demais modelos desta lista, a quantidade de unidades em circulação ajuda a contextualizar os registros.

Além disso, a Fazer possui versões e anos diferentes, o que também influencia a avaliação feita pela seguradora.

Quanto custa o seguro da Yamaha Fazer 250?

Para uma referência, imagine um motociclista de 40 anos, morador da Grande São Paulo, com uma Fazer 250 utilizada principalmente para deslocamentos pessoais e guardada em garagem.

Uma simulação ilustrativa poderia ficar entre R$ 1.400 e R$ 2.400 por ano.

Esse intervalo é apenas hipotético e serve para mostrar como o preço pode variar entre modelos e perfis.

Por que essas motos são tão roubadas?

Quando analisamos as motos mais roubadas em 2026, existe uma característica que aparece com frequência: popularidade.

Uma motocicleta muito vendida possui milhares ou até milhões de unidades circulando. Consequentemente, ela também aparece mais vezes nas estatísticas absolutas de roubo e furto.

Além disso, determinados modelos possuem peças com alta demanda. Criminosos podem desmontar motocicletas roubadas para comercializar componentes ilegalmente.

Outro fator envolve a própria região. Uma moto que circula diariamente em uma área com maior incidência de ocorrências pode apresentar uma exposição diferente daquela utilizada ocasionalmente em uma região com índices menores.

Por isso, não devemos interpretar um ranking simplesmente como “esta é a moto mais perigosa”.

O número absoluto de ocorrências não mostra sozinho a chance de uma moto individual ser roubada.

Roubo e furto de moto: qual é a diferença?

Embora muitas pessoas usem os termos como sinônimos, roubo e furto são situações diferentes.

O roubo acontece quando o criminoso utiliza violência ou ameaça contra a vítima para levar a motocicleta.

Já o furto ocorre quando o criminoso subtrai a moto sem contato direto com a vítima e sem violência ou ameaça.

Essa diferença importa porque o proprietário precisa verificar exatamente quais eventos estão previstos na cobertura contratada.

Um seguro que oferece proteção contra roubo e furto, por exemplo, deve apresentar claramente as condições para acionamento da cobertura e pagamento da indenização.

O seguro de moto fica mais caro para modelos mais roubados?

O índice de roubo e furto pode influenciar a avaliação de risco realizada pela seguradora. Porém, o modelo da motocicleta representa apenas uma parte dessa análise.

A seguradora também pode considerar:

Por isso, duas pessoas que possuem exatamente a mesma moto podem receber cotações diferentes.

Um motociclista de 22 anos que utiliza a moto diariamente para trabalhar, por exemplo, pode receber uma proposta diferente de uma pessoa de 45 anos que utiliza o veículo apenas aos finais de semana.

Rastreador substitui o seguro da moto?

Não necessariamente.

O rastreador pode ajudar na localização de uma motocicleta depois de um roubo ou furto, dependendo do equipamento e das circunstâncias da ocorrência.

O seguro, por outro lado, oferece proteção financeira de acordo com as coberturas contratadas.

Assim, as duas soluções podem cumprir funções diferentes.

Além disso, algumas seguradoras podem considerar determinados dispositivos de segurança durante a análise de risco. Por isso, informe corretamente todos os equipamentos instalados na motocicleta durante a cotação.

Como proteger uma moto contra roubo e furto?

O seguro representa uma proteção financeira, mas alguns cuidados também podem reduzir a exposição da motocicleta.

Sempre que possível, estacione em locais fechados e movimentados. Durante a noite, prefira garagem ou estacionamento seguro.

Também vale evitar deixar a moto por longos períodos em locais isolados e conferir se a trava de direção está acionada.

Quando disponível para o modelo, o proprietário também pode considerar recursos adicionais, como rastreador e dispositivos de segurança.

Entretanto, nenhuma dessas medidas elimina completamente o risco. Por isso, muitos motociclistas combinam prevenção com uma proteção financeira adequada.

Vale a pena fazer seguro para uma das motos mais roubadas de 2026?

Não existe uma resposta igual para todos os motociclistas.

Para tomar essa decisão, vale considerar o valor da moto, a frequência de utilização e o impacto financeiro que um roubo ou furto causaria.

Imagine, por exemplo, alguém que utiliza uma CG 160 para trabalhar todos os dias. Além de perder o patrimônio, essa pessoa pode precisar gastar com transporte enquanto resolve a situação.

Da mesma forma, quem utiliza uma XRE 300 para viagens pode ter um prejuízo significativo caso precise substituir a motocicleta.

Por isso, o seguro pode funcionar como uma camada adicional de proteção financeira.

O mais importante é analisar as coberturas antes de contratar. Um seguro barato que não protege contra a situação que mais preocupa o motociclista pode não atender à necessidade real.

Quanto custa, em média, o seguro das motos mais roubadas?

As simulações apresentadas neste artigo permitem visualizar algumas faixas hipotéticas:

ModeloSimulação anual ilustrativa
Honda CG 160R$ 1.400 a R$ 2.300
Honda CG 150R$ 1.200 a R$ 2.000
Honda XRE 300R$ 1.800 a R$ 2.800
Honda CB 300R$ 1.700 a R$ 2.700
Honda PCX 150R$ 1.300 a R$ 2.200
Yamaha Fazer 250R$ 1.400 a R$ 2.400

Importante: todos os valores acima são simulações hipotéticas e meramente ilustrativas. Eles não representam preços oficiais de seguradoras e não devem ser utilizados como orçamento. A cotação real depende do perfil do motociclista, modelo, ano, versão, região, utilização, coberturas e condições comerciais disponíveis no momento da contratação.

Como fazer seguro para uma das motos mais roubadas em 2026?

Se sua moto aparece entre os modelos mais visados, isso não significa que você precise deixar de utilizá-la. Afinal, muitos desses veículos estão entre os mais populares justamente porque oferecem praticidade para o dia a dia.

Entretanto, conhecer os riscos ajuda a tomar decisões melhores.

Na hora de contratar o seguro, informe corretamente seu endereço, rotina, finalidade de uso e local de estacionamento. Dessa forma, a corretora consegue buscar opções mais compatíveis com o seu perfil.

Na Pot, você pode fazer uma cotação de seguro de moto e comparar as opções disponíveis para sua motocicleta.

Quer saber quanto custa proteger sua moto? Faça uma cotação e descubra as opções para o seu perfil.

No fim das contas, conhecer as motos mais roubadas em 2026 é apenas o primeiro passo. O mais importante é entender o risco da sua rotina e escolher uma proteção que realmente faça sentido para você.