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Durante muito tempo, o celular dobrável parecia uma daquelas tecnologias que existiam mais nos vídeos de lançamento do que no bolso das pessoas. Agora, porém, a história mudou.

Samsung, Motorola, Google e Huawei já possuem modelos dobráveis, e a chegada da Apple ao segmento colocou novamente esse tipo de smartphone no centro das conversas sobre tecnologia.

O lançamento do primeiro iPhone dobrável, o iPhone Duo, em setembro de 2026, ajudou a colocar uma pergunta na cabeça de muita gente: será que chegou a hora de trocar o celular tradicional por um dobrável?

Mas, antes de escolher um modelo, vale entender as diferenças entre os formatos, quais aparelhos estão disponíveis e, principalmente, o que muda quando o seu celular passa a valer milhares de reais.

O que é um celular dobrável?

Como o próprio nome indica, o celular dobrável possui uma tela flexível que permite modificar o formato do aparelho.

Na prática, existem dois formatos que se destacam.

Os modelos tipo livro abrem horizontalmente e transformam um smartphone compacto em uma tela muito maior, próxima da experiência de um tablet. É o caso de aparelhos como o Galaxy Z Fold e o novo iPhone Duo.

Já os modelos flip, ou “concha”, dobram ao meio na vertical. Assim, o celular fica menor quando fechado e pode ser aberto para revelar uma tela convencional. A linha Motorola Razr e os Galaxy Z Flip são exemplos desse formato.

A diferença parece apenas estética, mas muda bastante a experiência de uso.

Celular dobrável tipo livro: mais tela para fazer mais

Imagine colocar o celular no bolso e, quando precisar trabalhar, assistir a um vídeo ou abrir dois aplicativos simultaneamente, simplesmente abrir o aparelho.

Essa é a principal proposta dos dobráveis tipo livro.

O Galaxy Z Fold 8, por exemplo, possui uma tela interna de 7,6 polegadas. Já o Motorola Razr Fold chega a uma tela interna de 8,1 polegadas.

O novo iPhone Duo segue essa mesma filosofia, oferecendo uma tela interna de aproximadamente 7,6 polegadas quando aberto.

Por isso, esse formato costuma chamar a atenção de quem trabalha pelo celular, consome bastante conteúdo ou gosta de utilizar vários aplicativos ao mesmo tempo.

Por outro lado, existe uma característica que acompanha todos eles: são aparelhos sofisticados e caros.

Celular flip: compacto sem abrir mão de uma tela grande

Se a prioridade é praticidade, o formato flip pode fazer mais sentido.

Quando fechado, ele ocupa menos espaço e pode ficar mais confortável no bolso. Quando aberto, oferece uma tela semelhante à de um smartphone tradicional.

O Galaxy Z Flip 8 e os Motorola Razr são alguns dos principais representantes dessa categoria. O Galaxy Z Flip 8, por exemplo, possui tela interna de 6,9 polegadas.

Além disso, a tela externa permite consultar notificações, controlar algumas funções e até utilizar determinados recursos sem precisar abrir o aparelho.

É uma proposta diferente do Fold: em vez de transformar o celular em um pequeno tablet, o flip prioriza portabilidade e praticidade.

Quais celulares dobráveis estão no mercado?

Em 2026, o consumidor já encontra uma variedade bem maior de celulares dobráveis.

Entre os principais modelos e famílias estão:

ModeloFormatoPrincipal proposta
iPhone DuoTipo livroTela grande e integração com o ecossistema Apple
Galaxy Z Fold 8Tipo livroMultitarefas e produtividade
Galaxy Z Fold 8 UltraTipo livroExperiência premium e tela ampla
Galaxy Z Flip 8FlipPortabilidade e praticidade
Motorola Razr FoldTipo livroTela grande e multitarefas
Motorola Razr 70 UltraFlipDesign compacto e experiência premium
Google Pixel 11 Pro FoldTipo livroIA, câmera e experiência Android
Huawei Mate XTTrês partesTela ainda maior e formato de tablet

A variedade mostra como o mercado deixou de apostar em um único conceito de celular dobrável. Hoje, existem propostas para diferentes perfis de usuário.

Qual é a diferença entre os principais dobráveis?

Não existe necessariamente um “melhor celular dobrável”. Existe o modelo que combina melhor com o que você procura.

iPhone Duo

A grande novidade para os fãs da Apple é justamente a entrada da empresa nesse mercado.

O iPhone Duo tem formato de livro, tela interna de cerca de 7,6 polegadas e aposta na integração com o ecossistema da Apple. No Brasil, o preço inicial anunciado é de R$ 21.999, chegando a valores ainda maiores nas versões com mais armazenamento.

Galaxy Z Fold 8

A Samsung já possui bastante experiência com dobráveis e continua apostando no formato livro.

O Z Fold é voltado principalmente para quem quer transformar o smartphone em uma ferramenta mais próxima de um tablet, especialmente para multitarefas, trabalho e consumo de conteúdo.

Galaxy Z Flip 8

Aqui a proposta é completamente diferente.

Em vez de aumentar a tela, o aparelho diminui de tamanho quando fechado. É uma alternativa para quem quer um smartphone premium, mas valoriza praticidade para transportar.

Motorola Razr Fold

A Motorola também entrou na disputa dos dobráveis tipo livro com um modelo de tela interna de 8,1 polegadas, bateria de 6.000 mAh e até 1 TB de armazenamento.

Google Pixel 11 Pro Fold

O Google também aposta no formato livro, com uma estratégia bastante ligada à inteligência artificial e ao ecossistema Pixel.

Enquanto Samsung e Apple disputam o público premium, o Google tenta se diferenciar principalmente pela experiência de software e pelos recursos de IA.

E os celulares com três dobras?

Se um celular dobrável já parece futurista, imagine um aparelho que dobra duas vezes.

A Huawei está entre as empresas que apostam nesse conceito com a linha Mate XT, que utiliza duas dobradiças para transformar o smartphone em uma tela ainda maior.

A proposta é aproximar ainda mais o celular da experiência de um tablet, mantendo a possibilidade de transportá-lo dobrado.

É um exemplo de como o mercado ainda está experimentando diferentes formatos para descobrir qual será o futuro dos smartphones.

Celular dobrável quebra mais fácil?

Essa é uma das primeiras preocupações de quem pensa em comprar um aparelho desse tipo.

A resposta não é simplesmente “sim” ou “não”.

Os fabricantes desenvolveram dobradiças, vidros e telas cada vez mais resistentes. O Motorola Razr Fold, por exemplo, utiliza uma dobradiça projetada para reduzir a tensão sobre a tela e proteção Gorilla Glass Ceramic.

Mesmo assim, um celular dobrável possui componentes específicos que não existem da mesma maneira em um smartphone tradicional.

A tela flexível e o mecanismo de dobra fazem parte da experiência do aparelho — e também tornam importante entender as condições de garantia, assistência técnica e proteção antes da compra.

Quanto mais tecnológico o celular, maior pode ser o prejuízo

Aqui entra uma questão que muitas vezes fica esquecida na empolgação de comprar um celular novo.

Um smartphone premium pode representar um investimento de milhares de reais.

No caso do iPhone Duo, por exemplo, estamos falando de um aparelho que parte de R$ 21.999 no Brasil.

Agora imagine colocar um aparelho desse valor no bolso todos os dias.

Ele pode acompanhar você no trabalho, na faculdade, em viagens, no transporte público, em restaurantes e praticamente em todos os lugares.

Ou seja: mesmo tomando cuidado, ninguém está completamente livre de um imprevisto.

Seguro celular também vale para aparelhos dobráveis?

Pode valer, principalmente considerando o valor de alguns desses modelos.

O seguro celular pode oferecer proteção para situações previstas na apólice, como roubo, furto e danos acidentais, dependendo das coberturas contratadas.

Por isso, quem acabou de comprar um celular premium, seja um iPhone Duo, Galaxy Z Fold, Galaxy Z Flip, Motorola Razr ou outro dobrável, pode considerar o seguro como parte do custo de manter aquele aparelho protegido.

É importante, porém, verificar as condições específicas do seguro antes da contratação, incluindo coberturas, limites, franquias e exclusões.

Afinal, vale a pena comprar um celular dobrável?

Depende do que você espera de um smartphone.

Se você quer uma tela maior para produtividade, um modelo tipo livro pode fazer sentido.

Se a sua prioridade é colocar um celular grande em um espaço menor, o formato flip pode ser mais interessante.

E se você gosta de tecnologia de ponta e quer experimentar uma categoria que ainda está evoluindo, os dobráveis certamente estão entre os aparelhos mais interessantes do mercado atual.

Mas existe uma coisa que todos eles têm em comum: são celulares que podem representar um investimento considerável.

Por isso, escolher o modelo é apenas uma parte da decisão.

A outra é pensar em como protegê-lo depois que ele sair da caixa.

Comprou um celular novo? Proteja também o seu investimento.

Você pode escolher o modelo mais moderno, a melhor câmera ou a maior tela. Ainda assim, imprevistos acontecem.

Com um seguro celular, você pode contar com uma proteção adequada às coberturas contratadas e evitar que um problema com o aparelho se transforme em um prejuízo ainda maior.

Quer saber quanto custa proteger o seu celular? Fale com a Pot e faça uma cotação de seguro celular.